Após denúncias, homem é preso por estupro de vulnerável em Ibitirama

Um homem de 53 anos foi preso por estupro de vulnerável em Ibitirama, município do sul do Espírito Santo. Identificado como F.C.A, o suspeito já teria rês mandados de prisão expedidos pelo Estado de Minas Gerais.

O caso foi confirmado pelo conselho tutelar da cidade de Ibitirama pelo IML (Instituto Médico Legal) de Cachoeiro do Itapemirim, e o homem encaminhado para o DPJ de Jeronimo Monteiro para providências cabíveis sem lesões corporais.

Jovem é preso acusado de abusar sexualmente de menino em Vila Velha

Um jovem, de 26 anos, foi preso acusado de abusar sexualmente de um menino de oito anos. O crime teria acontecido na casa do suspeito, que trabalha como embalador, em Vila Velha. A criança mora com os padrinhos. Foi a madrinha que o deixou na casa do suspeito, que é parente dela, enquanto saia para cortar o cabelo de um sobrinho.

O jovem teria aproveitado o momento em que a madrinha da vítima realizava o serviço para fazer sexo oral no menino. Traumatizado, o garoto revelou à madrinha o que havia acontecido a caminho de casa. Ela contou ao marido e o casal decidiu chamar a polícia. Na delegacia, o embalador foi autuado por estupro de vulnerável.

A polícia apreendeu o celular do suspeito. No aparelho, os policiais constataram a existência de fotos de meninos nus. Em depoimento, o embalador disse que costuma enviar o material para pessoas que ele conhecia na internet.

O garoto que ele teria abusado é espanhol e filho de pais separados. O pai mora na Alemanha e a mãe na Espanha. Ela teria deixado o filho com os compadres por não ter condições de mantê-lo no exterior.

Após um mês desaparecido, menino de oito anos retorna com carta misteriosa

Do R7

A carta falava sobre um valor de R$ 5.000Reprodução/Rede Record

Um mistério ronda Santa Catarina. Um menino de oito anos foi encontrado um mês depois de desaparecer da porta da escola. O garoto estava com uma carta. A polícia investiga se ele seria vendido.

O menino sumiu no dia 14 de agosto. A carta que estava com a criança deve ter sido escrita pela pessoa que estava com ele. Nela, é falado sobre um valor de R$ 5.000.

Agora, o menino está sob custódia do conselho tutelar. A polícia diz que já sabe onde o menino estava todo esse tempo e que aguardam que as pessoas que fizeram isso, compareçam à delegacia para que seja esclarecido o caso.

Adolescente de 15 anos confessa que matou menino de onze no interior da Bahia

Do R7 com Record Bahia

O corpo de Luís Carlos Carvalho Sampaio foi encontrado logo depois da confissão do acusadoReprodução/Record Bahia

O adolescente de 15 anos que confessou ter matado um menino de 11, no município de Planalto, localizado no sudoeste da Bahia, deverá ser ouvido, pela segunda vez, nesta sexta-feira (18).

O acusado se apresentou na Delegacia Territorial na quarta-feira (16), e fez a confissão. Entretanto, foi liberado porque no município não existe instituição para menores. A Polícia Civil deverá encaminhar informações para o Ministério Público, para que a internação do adolescente seja solicitada.

O corpo de Luís Carlos Carvalho Sampaio foi encontrado logo depois da confissão do acusado, três dias após ter cometido o crime, que aconteceu no domingo (13). Segundo a polícia, o menino foi atraído para uma fazenda, pelo adolescente, com a justificativa de desenterrarem um dinheiro, para que fosse dividido entre eles.

O suspeito disse em depoimento à polícia, que o motivo do assassinato teria acontecido por causa de um desentendimento, causado por um celular. O adolescente confessou o crime para a própria mãe, que já desconfiava que algo tinha acontecido, por causa do comportamento do filho. Ela pegou o menor e levou para a delegacia da cidade.

O Conselho Tutelar de Planalto informou que a vítima estava sendo acompanhada por uma equipe do conselho, desde 2012 e que a mãe dele tinha sido denunciada por abandono de incapaz. Ainda segundo a polícia, os dois garotos teriam praticado assaltos juntos.

Casada esconde gravidez da família e abandona bebê recém-nascido após dar à luz filho de seu amante

Uma mulher que ficou grávida ao trair seu marido escondeu de sua família o fato durante toda a gestação e, depois de dar à luz, jogou o bebê fora.

Leigh-Anne Varley, de 36 anos, disse ao marido que ela tinha cistos ovarianos em uma tentativa de disfarçar o fato de que estava esperando um filho.

Ela deu à luz em seu banheiro usando uma tesoura de cozinha para cortar o cordão umbilical.

Agora a mulher está sendo julgada e se declarou culpada de negligência a um indefeso.

Casada esconde gravidez da família e abandona bebê recém-nascido

Ela abandonou bebê do lado de fora de uma casa em Horden, Co Durham, Inglaterra, com um bilhete dizendo: “o salve, meu marido é violento e me mataria”.

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A dono da casa Janice Clish, de 52 anos, encontrou a criança, que estava sentindo frio, cerca de quatro horas depois de ser abandonada. Ela a levou a um hospital, e agora está tudo bem.

Janice Clish, de 52 anos

Após cometer o abandono, Varley voltou para casa e reservou uma viagem para a Disneylândia, na Flórida, EUA, com o marido e dois filhos, antes de sair para o trabalho.

Mais tarde ela foi presa e acusada de negligência.

Valery e família.

Fonte: TheSun

Mãe denuncia professora por humilhação de alunos: “ela os chama de cagão e mulherzinha”

nalva Fernandes, do R7

Agressões e humilhações teriam ocorrido na EMI Alfredo RodriguesReprodução/ Google Street View

Há alguns dias, a advogada Nicolle Zacharias Garcia diz para seu filho de três anos que ele está de férias. Assim, ela consegue acalmar a criança que fica frustrada por não poder estudar e brincar com os colegas. Essa foi a forma escolhida por Nicolle para não ter que levar o filho de volta à EMI (Escola Municipal Integrada) Alfredo Rodrigues, em São Caetano do Sul, no ABC Paulista, onde a criança teria sido agredida e humilhada por uma professora.

Nicolle percebeu mudanças no comportamento do primogênito após o nascimento de seu segundo filho, há três meses. Ele passou a se mostrar mais nervoso e agitado. A princípio, ela pensou que se tratava de um tempo de adaptação ao novo membro da família até investigar e descobrir que a criança era vítima de constantes humilhações dentro da sala de aula.

O menino não contava nada do que acontecia na escola e, durante reuniões com os docentes, se mostrava acuado e assustado. Depois de conversar com mães e ouvir relatos de colegas do filho, a advogada ficou sabendo de episódios ocorridos na escola e acusa a professora por todos eles. Ela publicou em sua rede social o que supostamente teria descoberto.

“Houve um episódio em que ele bateu em outro coleguinha e ela o colocou de castigo na parede e mandou todos os amigos baterem nele (são 25 crianças na sala), para ver se assim ele aprendia a lição”.

Outro episódio de humilhação aconteceu quando o menino fez cocô na calça. A professora teria tirado a cueca da criança e mostrado o bumbum dele para todos os colegas, além de pedir que os demais alunos o chamassem de “cagão”. A mãe também descobriu que as humilhações aconteciam também com outros estudantes.

“Em outro episódio com outra criança, o menino foi brincar de boneca com as meninas e a professora mandou a sala inteira ficar chamando ele de mulherzinha”. (sic)

A advogada registrou um boletim de ocorrência na Delegacia Sede de São Caetano na última terça-feira (8), por maus tratos, injúria e por expor criança a situação vexatória e humilhante.

Ainda segundo Nicolle, a secretaria a informou que, se comprovadas as denúncias, a professora pode sofrer penalidades, como diminuição do salário, multa ou transferência, mas não necessariamente a exoneração, como Nicolle deseja. Agora, a mãe quer matricular o filho em outra escola.

Em nota, a Prefeitura de São Caetano do Sul informou que está apurando os relatos. A professora e a mãe do aluno foram ouvidas pela Secretaria Municipal de Educação na segunda-feira (14) e a Corregedoria Municipal instaurou processo administrativo para analisar o caso com toda a urgência necessária.

Segundo a prefeitura, não há denúncias contra a professora. “Cabe salientar que a professora citada no caso trabalha na rede municipal de Educação de São Caetano do Sul há cinco anos, sem nenhum registro de agressão ou ato desabonador de sua parte junto à Secretaria Municipal de Educação.”

Ainda de acordo com a prefeitura, a secretaria de educação estuda a possibilidade de transferência do aluno para outra escola da rede ou até a troca de professora, mas não obteve resposta por parte da mãe. Após as denúncias feitas por meio de uma rede social, a professora recebeu ameaças de agressões. Ela está trabalhando administrativamente na Secretaria Municipal de Educação e registrou um boletim de ocorrência.

O Conselho Tutelar de São Caetano está apurando a denúncia, mas não pode divulgar detalhes porque se trata de um caso sigiloso por envolver uma criança. Priscila Carillo, presidente do conselho, também reitera que não há outras denúncias contra a professora. Após finalização do processo, a instituição encaminhará as informações

Pai confessa estupro de bebê de 6 meses em Colatina

Após ser detido, um pai confessou ter abusado sexualmente da filha de seis meses. A prisão aconteceu depois do Conselho Tutelar de Colatina receber uma denúncia anônima, na noite da última terça-feira (15). Segundo a conselheira tutelar Joselita Morcelli de Castro, que acompanhou o caso, a polícia foi procurada assim que a informação foi recebida pela equipe.

De acordo com Joselita, após a polícia ser acionada, eles foram até a casa onde a família morava. Lá o pai e a mãe da criança foram identificados. Os dois foram encaminhados para a delegacia. “Eu o vi confessando o abuso. A mãe não falou nada. Ela disse que não sabia, mas foi negligente. Trabalho com isso há 11 anos e nunca um caso me marcou tanto assim”, contou.

A casa onde o casal morava com a criança era apontada pela polícia como ponto de tráfico e uso de drogas. Após a prisão dos pais, o bebê foi levado para o hospital e depois encaminhado para um abrigo.

Na manhã desta quarta-feira (16), familiares da criança estiveram na sede do Conselho. “Familiares da mãe da menina estiveram aqui no Conselho para pedir a guarda. Estamos avaliando o caso, mas a princípio não há motivos para que a criança fique no abrigo. Agora a decisão é apenas do juiz”, afirmou.

Joselita aproveitou para reforçar a importância da denúncia. “Essa pessoa que denunciou, que eu nem sei o nome, pois foi uma denúncia anônima, salvou a vida dessa criança. Todos podem denunciar e não precisam se identificar”, destacou.

Os telefones do Conselho Tutelar de Colatina são: (27) 3721-1466 e o (27) 99906-6531, que é do plantão.